1 de dezembro de 2009
Trabalho e mais trabalho...
Isto de trabalhar como se não houvesse amanhã, ter tornado oficial a época natalícia cá em casa e ainda por cima ter um evento marcado onde vou participar, à porta, tem quase acabado com a pouca sanidade mental que me resta!
E agora vou dar por terminado este post, porque durante a minha ausência, os queridíssimos blogueiros que me vão acompanhando ainda me ofereceram uns presentinhos que vou já, já publicar.
Até já
15 de novembro de 2009
Vida mediana a minha
Seria uma mais-valia para a humanidade, pelo menos para a percentagem de pessoas que sofre de insónias. Mas como não fui bafejada com esse dom, fica o recado para as pessoas que têm dificuldade para adormecer:
Continuem com a velha história de contar carneirinhos.
Se eu tivesse nascido assim super-gira e fotogénica, ainda podia fazer um filme, mas também não é o caso!
Assim sendo, deixo-vos com o vídeo que pode muito bem ilustrar a minha vida... medianinha...
Não liguem muito ao baixo astral, isto provavelmente, na próxima semana passa!
14 de novembro de 2009
Tenho que recuperar o tamanho normal

hoje sinto-me tão pequena, com tanta vontade de nada...
Tinha que ir à inauguração de uma loja de duas queridas amigas e falhei,
Tinha que deitar mãos à obra e fazer umas peças que me encomendaram e não fiz,
Tinha que dar atenção à minha filhota linda, que parece que está sozinha em casa e não dei.
E já que aqui vim vou dar-vos uma informação que ninguém sabe. Existe uma música dos Green Day que foi escrita para mim... Diz assim no refrão: "wake me up when november ends". Só que o Billie Joe, costuma apanhar a moca, engana-se no refrão e diz "september" em vez de "november".
Preciso que alguém me pregue duas lambadas bem aviadas e me acorde para a vida.
9 de novembro de 2009
Sou mesmo limitada...
Um dia em que, por (muito pouco) não me espalhava ao comprido. Depois de ter passado horas infindáveis a fazer pesquisa, pesquisa e mais pesquisa, mais, não sei quantas horas a sintetizar e a ordenar as ideias, e muitas outras a elaborar textos. Finalmente chega o dia em que tenho que apresentar o trabalho, e despejar tudo aquilo em que tenho andado a trabalhar nos últimos tempos. A vontade que tive foi... fugir dali
Por momentos passou-me pela cabeça desmaiar, que acho que é uma coisa que fica sempre bem!
Pude retirar do dia de hoje uma grande conclusão, e embora não seja novidade para mim (eu já estava fartinha de saber), posso agora afirmar com toda a certeza: eme, dedica-te à pesca, que dotes oratórios não vais ter nunca!
Já agora o tema do meu trabalho abordava as artes e a cultura na cidade do Porto, como é que uma pessoa que não tem jeitinho nenhum para apresentar trabalhos em público, faz jus a um tema destes?
6 de novembro de 2009
Não há nada melhor do viajar de autocarro!
Hoje venho aqui fazer um apelo aos passageiros dos autocarros (principalmente os que frequentam os mesmos que eu). Peço encarecidamente que se controlem!
Porque eu tenho um problema (ok, tenho muitos, mas hoje vou só falar deste), em algumas situações tenho por hábito ligar o piloto automático e funciono num sistema robotizado. Essa situação é flagrante por exemplo, sempre que entro num autocarro: subo a escada, passo o título na maquineta e sento-me naqueles lugares aos quais a minha amiga S. chama de banquinho dos palermas (onde ficam duas pessoas de frente a outras duas) e onde efectivamente as pessoas (como eu) fazem figura de palermas, porque há sempre alguém que se conhece e somos obrigados a ouvir as conversas alheias e faço eu uma pequena ideia das expressões que deixo escapar quando ouço certas histórias!! (shame on me)
Com o intuito de me proteger de situações constrangedoras dessas e porque (só) demoro cerca de uma hora a atravessar de Gaia até ao Porto, não prescindo do meu MP4, (se me falha a bateria até entro em hiperventilação).
Mas uma pessoa não é de ferro e gaja que é gaja, também não consegue ficar indiferente a tudo, principalmente quando começa a ouvir uma senhora com os decibéis, ainda mais altos do que os do aparelho, a despejar furiosamente insultos contra o motorista!, Até porque a dita senhora fazia questão de utilizar um vocabulário bastante especial, e eu como sou uma pessoa que procura desenvolver os seus conhecimentos, fui obrigada a, discretamente, retirar um dos auriculares do ouvido, não fosse dar-se o caso da senhora dizer algum palavrão que eu não conhecesse e sempre podia tirar partido da viajem para me cultivar.
Entretanto a coisa foi piorando e já estava a malta toda a pedir educadamente à senhora para se calar, com frases do género: raios partam a velha, não tem o que fazer em casa e vem chatear quem anda a trabalhar, (E coisas ainda piores).
E quando eu achava que a coisa ia acalmar, uma outra senhora que estava à minha frente (no banquinho dos palermas) lembrou-se que o vocabulário da senhora estava a incomodar o filho pequeno e retribuiu da mesma forma, ou pior já nem sei muito bem! Deduzi então que,o menino estivesse habituado ao patuá da mãe, mas de estranhos nem pensar! Imaginem aquilo ali mesmo à minha frente.
Ora com este vai, não vai, acho que perdi meia dúzia de músicas que precisava de ter ouvido, porque eu sou uma pessoa de rituais! Ainda para piorar a situação tenho para mim, que vou ter que criar novos hábitos e mudar de lugar, o problema é que aqueles lugarzinhos são os únicos onde posso viajar de pernas cruzadas Que maçada!
29 de outubro de 2009
Diz que há dias assim medianinhos...
Passado não mais do que meia hora contei novamente até 20, (outro iluminado) e lá soltei mais uma resposta, porém, desta vez, não foi assim tão torta, foi mais a atirar para o cínica, porque eu não sou de ferro,(e gosto de ser original)!
Depois fiquei chateada, claro porque eu tenho um dark side, (very dark indeed), e dou comigo com pensamentos inconfessáveis, recheados de requintes de malvadez a imaginar…, claro que não vou dizer o quê porque, inconfessáveis quer dizer isso mesmo!
À parte de me quererem melgar a paciência, e escrevo melgar porque, em primeiro lugar este blog ainda é uma criança, não fosse o caso escreveria uma coisa assim a rasar o ordinário, e em segundo lugar não dei assim tanta importância à ocorrência,(leia-se intervenientes) que mereça honras inaugurais! O dia até nem correu mal,se bem que a seguir ao almoço fiquei com uma soneira, desconfio que me cruzei com a mosca tsé- tsé, ou terá sido do desgaste emocional porque isto de contar até 20 tantas vezes num dia cansa…Mas isso agora não interessa nada
28 de outubro de 2009
Hoje é dia de saudade
Quis a vida, o destino, ou o que quer que fosse, porque afinal, esse é o factor que menos importa, que as nossas vidas sigam separadas. A geografia, curiosamente, até estaria a nosso favor, não fossem os nossos caminhos trilhados em diferentes direcções.
Sinto saudades do tempo em que davas a mão para atravessar a rua e caminhavas ao meu lado, sinto saudades de quando rias comigo, sinto saudades de quando tiravas partido por mim, me protegias, me davas conselhos, jantavas à mesa comigo, até sinto saudades de quando me ralhavas e logo de seguida inventavas um qualquer assunto sem importância só para me passares a mensagem de que já estava tudo bem.
Provavelmente nunca virás aqui ler o que escrevi, ou talvez queira o acaso que aconteça, afinal foi o acaso que muito contribuiu para vivermos assim, tão perto e tão longe! E eu sei que estás aí, e que me adoras, e tu sabes que estou aqui e que te adoro…
Hoje sinto-me nostálgica, a saudade entranhou-se de tal forma em mim, que tudo me faz lembrar a tua existência. Ainda assim sinto-me grata, muito grata, porque mesmo ambos sabendo que não és perfeito, da mesma forma que ambos sabemos que não me edificaste perfeita, gosto do ser humano em que me tornei e não só, mas também a ti o devo.
Obrigada Pai
Eme
25 de outubro de 2009
O descanso da guerreira

*
Já tinha prometido a mim própria que este fim-de-semana iria esforçar-me para não fazer nenhum. E consegui!
Andei cá por casa na verdadeira sorna, e tirando uma ou outra coisa, das quais não posso fugir como cozinhar, arrumar roupas e blá, blá, blá, a verdade é que me fartei de...pura e simplesmente, não fazer nada.
O problema é que agora estou chateada, porque até tinha trabalhos importantes para fazer...Mas como nunca estou satisfeita com nada, olha temos pena!
*Imagem retirada da net
23 de outubro de 2009
Sinto
Não existem absolvições porque nada mais faço além de aconselhar, encaminhar, apresentar soluções que talvez não façam qualquer diferença, para quem as obtém e num acesso de egoísmo conforta-me pensar que sim, que fazem diferença, acalmam mostram que existem alternativas. Quem me procura deposita esperança, no aconchego, no conforto, no pensar que estou aqui e a verdade é que estou, mas …
Pensar que podia fazer mais, muito mais do que faço, não empregar apenas pseudo-moralismos, bem ao jeito do ” olha para o que digo, não olhes para o que faço”, e não fosse uma terrível cobardia de enfrentar a realidade, poderia abdicar de momentos de tranquilidade e para além das sentenças que proclamo, poderia partir para a execução, ir de encontro, materializar as palavras…
E por não fazer o que tenho capacidade para fazer, e por saber que tenho capacidade para ir além das palavras, é que me sinto assim, algures em mim é travada uma luta entre a intenção e a cobardia, que me deixa numa debilidade constrangedora.
Eme
20 de outubro de 2009
Adoro ter as costas largas

A minha última postagem deve parecer um tanto ou quanto enigmática, mas a verdade é que existem situações que até ganham uma certa graça, se calhar pelo carácter ridículo!!
Acho muito engraçado quando me utilizam como bode espiatório, até porque sou estreita de costas, mas parece que as tenho bastante largas...
qualquer um de nós conhece certamente pessoas que quando não são capazes disto ou daquilo, adoram disparar as culpas para tudo quanto é lado. E o mais fantástico é que ainda conseguem parecer as donas da verdade!!!
Faz-me lembrar o episódio do único militar que marcha ao contrário de todos os outros, ainda ter a prepotência de achar que é o único que está bem!
19 de outubro de 2009
hoje estou assim...
17 de outubro de 2009
Jingle bells
15 de outubro de 2009
Mas o que é isto?
- Acordo e começo a resmungar por tudo e por nada
- Depois de ouvir a minha filhota a falar durante 10 minutos não consigo repetir palavra do que disse:(
- Adormeço no sofá com grande facilidade
- durante a hora de almoço e com o maravilhoso sol que tem estado, não me apetece passear (em plena rua de Sta. Catarina)
-Deixei de conseguir ler antes de dormir (quer dizer consigo juntar as letras e formar palavras, mas não retenho nada do que leio)
-Tudo me faz confusão (e nada também faz)
-Estou uma mesquinha do pior! (as pequenas coisas às quais não costumo dar importância, de repente, passaram a ter uma importância enoooorme)
-De vez em quando dou comigo a choramingar com uma música ou outra
-Acabei de ler o "Baunilha e Chocolate" e também cheguei às lágrimas.
-Paciência o que é isso?
-Sinto muita falta de algumas coisas e estou muito cheia de outras
-Quero dormir muiiiiiito
-De vez em quando tenho "brancas"
-Dou comigo a gaguejar, antes de formular uma frase.
Penso que se cheguei a estas conclusões sozinha, não devo estar assim tãããão mal.
Mas depois de ler esta lista novamente, acho que se calhar estou um bocadito...
14 de outubro de 2009
13 de outubro de 2009
Hoje ou amanhã
Numa conversa animada, como tantas outras, que fazem parte do meu ritual diário, contava a uma amiga uma fábula que li aqui, e que adorei. Adorei porque faz muito sentido, adorei porque já me revi na pele do pirilampo, adorei porque às vezes das formas mais simples se explicam situações complexas, adorei a fábula porque sim:).
Estava à espera de uma reacção normal, daquelas em que se dizem uns "realmente faz sentido" ou "pois já me aconteceu", mas a reacção não foi essa... Não foi nada que se pareça com isso!
A reacção à minha história foi um desconcertante e inesperado choro compulsivo...e importa referir que a pessoa em questão tem um apuradíssimo sentido de humor...
Quanto mais conheço as pessoas , mais curiosidade tenho em conhecer. Quanto mais penso no que acontecerá dentro da cabeça de cada um de nós, mais procuro perceber. Quando questiono o peso que os factores que não conseguimos controlar, têm na nossa vida, mais admirada fico com a diferença que faz se ouvimos esta ou aquela história hoje ou amanhã.
Porque a mesma luz hoje ou amanhã, brilha de forma diferente.
Porque a mesma piada hoje ou amanhã tem piada de forma diferente
Porque o mesmo abraço hoje ou amanhã tem um gosto diferente
Porque um beijo hoje ou amanhã tem um sabor diferente
porque seja aquilo que for hoje ou amanhã será diferente.
P.S. Anima-te, amanhã vou ter uma piada para te contar e quero ver-te a sorrir!
Ouvi de passagem...
Pois é minha amiga, vai-te habituando à ideia, são os primeiros sinais evidentes que nos estão a fugir de debaixo das asas... e custa tanto !!!
8 de outubro de 2009
Resumo do dia...
Vou ali ver se faço o jantar para me sentir um bocadinho útil, e já volto.
7 de outubro de 2009
Pessoas versus máquinas
Entrei no autocarro sem título de viagem, vai daí tinha que comprar o dito cujo in loco. Deparei-me com uma das fantásticas máquinas de títulos que agora habitam alguns dos autocarros dos STCP,e que orgulhosamente apresentam um slogan super apelativo: " Este cobrador é uma máquina", e não é que aquilo é realmente uma máquina??!!Fui ao porta moedas e... ups! não tinha dinheiro trocado.Conclusão, pedi gentilmente ao senhor motorista para me trocar dinheiro porque a máquina ou cobrador ( nem sei ao certo como se trata )não aceita notas.
O senhor motorista respodeu-me prontamente (de repente até pensei que era uma daquelas respostas feitas) Tem que pedir a alguém que lhe troque.
Se eu fosse um desenho animado o meu balão diria assim:"?!?!?!?!"
Pensei eu, então as pessoas que viajam no autocarro é que precisam de estar munidas de trocos para situações como esta? Mas como não havia remédio, lá perguntei se alguém me poderia trocar a nota dos 5€, e afinal até estava com sorte, porque um senhor prontificou-se logo a trocar o dinheiro.
Como se tudo isto não bastasse o cobrador/máquina, tinha a ranhura onde se coloca o dinheiro fechada, procurei um qualquer dispositivo que o fizesse abrir, até confesso que interiormente utillizei o abracadabra e...nada. Lá tive novamente que perguntar ( nesta altura já me estava quase a espumar)" Peço desculpa como coloco o dinheiro na máquina? " O senhor motorista estava farto de mim... eu sei porque tenho um sexto sentido! A muito custo lá me respondeu:
" primeiro tem que carregar na tecla comprar título e a ranhura abre para introduzir o dinheiro"
Naquele momento tive uma vontade enorme de lhe dizer" hum e não tem uma tecla que diga retirar título gratuitamente?",mas lá me consegui conter...
Agora no rescaldo da situação fui assaltada por uma curiosidade, se eu não tivesse conseguido trocar o dineiro, o que teria acontecido? O senhor cobrador/máquina colocar-me-ia fora do autocarro? Será que sou só eu que não acho normal que não haja forma de trocar dinheiro, num local em que temos que privar com uma máquina que não aceita notas?
6 de outubro de 2009
Ainda a propósito
Estou com imensas dúvidas, relativamente a este novo acordo ortográfico e não raras vezes, quando estou a escrever certas palavras penso: "isto vai deixar de se escrever assim!". O problema é que não consigo resignar-me e começo a imaginar-me uma antiquada, quando chegar à conclusão de que não me vou conseguir adaptar à nova escrita...E não vou pura e simplesmente porque não me apetece!
O que despoletou esta minha ansiedade foi tão somente a expressão "bem-vindos" que escrevi no post anterior.Peço desde já desculpa se estiver mal escrita, mas a verdade é que estou a passar por uma crise de identidade e já não sei muito bem como se escrevem certas e determinadas palavras, palavras essas que aprendi a escrever, e que agora ao final de trinta e tal anos vou ter que "desaprender" para aprender de novo. E a minha dúvida persiste, será que é a isto que se chama evolução?
Já agora o "B" no nome do meu blog faz parte de um dos meus sobrenomes, que faço questão de escrever com as letras todas, entristece-me sempre que alguém deixa de colocar acentos nos seus próprios nomes e irritam-me as pessoas que não escrevem o meu nome correctamente. hoje até vou assinar a postagem.
Postado por M. BAPTISTA



